cimetière du père lachaise ♥

“O cemitério recebeu a sua denominação em homenagem a François d’Aix de La Chaise (1624-1709), dito le Père La Chaise (o padre La Chaise), confessor do rei Luís XIV da França”.

Em 21 de maio de 1804, o cemitério foi oficialmente aberto para uma primeira inumação; a de uma pequena menina de cinco anos. Todavia, os parisienses não aceitavam de bom grado a necrópole, localizada distante do centro, numa zona de difícil acesso. Esta situação só mudaria quando para lá foram transferidas [por decisão de Napoleão Bonaparte] ossadas de importantes personalidades, apaziguando as críticas da elite parisiense.” (fonte [alterada])

para o blog, selecionei os quinze túmulos que mais fiz questão de conhecer. =)

Georges Méliès (1861-1938), ilusionista e precursor do cinema de animação.

Honoré de Balzac (1799-1850), escritor francês.

Eugène Delacroix, (1798-1863) pintor francês.

Guillaume Apollinaire (1880-1918), escritor e crítico de arte francês.

Marcel Proust, (1871-1922) escritor francês.

Oscar Wilde (1854-1900), escritor e dramaturgo irlandês.

Édith Piaf, (1915-1963) cantora francesa.

Amedeo Modigliani, (1884-1920) pintor e escultor italiano.

Sarah Bernhardt (1844-1923), atriz francesa.

Jean-Auguste Dominique Ingres (1780-1867), pintor e desenhista francês.

Jean de La Fontaine (1621-1695), poeta francês – Fábulas de La Fontaine ♥
Molière (1622-1673), dramaturgo francês.

Jim Morrison, (1943-1971) cantor do The Doors.

Frédéric Chopin, (1810-1849) compositor polaco. Uma curiosidade:

“Antes do funeral de Chopin, de acordo com seu desejo ao morrer, seu coração foi retirado devido a seu medo de ser enterrado vivo. Ele foi posto por sua irmã em uma urna de cristal selada, com Cognac, destinada a Varsóvia. O coração permanece até hoje lacrado dentro de um pilar da Igreja da Santa Cruz (Kościół Świętego Krzyża) em Krakowskie Przedmieście, debaixo de uma inscrição do Evangelho de Mateus, 6:21: “onde seu tesouro está, estará também seu coração”” (fonte).

Gioacchino Rossini (1792-1868), compositor de ópera italiano.

mesmo parecendo um passeio um tanto macabro, vale muito a pena a visita. o cemitério é bastante bonito e bem cuidado, sem contar que a emoção ao encontrar esses ícones – que influenciaram não só a minha vida como a de muita gente – é inesquecível.

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