Archive for outubro, 2012

31/10/2012

feliz dia das bruxas! ♥

… e pra comemorar, as bruxas que mais influenciaram minha vida.

29/10/2012

hello kitty ♥ kiss

em 2013, arrasando corações (e bolsos).

26/10/2012

hold close ♥

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25/10/2012

bienal de arte ♥ sp

ontem fui visitar a trigésima edição da bienal de arte de são paulo e confesso que fiquei um pouco desapontada. principalmente porque os trabalhos que mais me agradaram foram os mais antropológicos e antigos (período entre guerras e década de 1970), que estão expostos  em uma área bastante catalográfica – parece que houve uma tentativa de montar um “arquivo de obras” nessa edição. o que mais me chateou mesmo é que a área de arte multimídia e/ou interativa foi totalmente desconsiderada. não há obra alguma dessa área. paciência.

para o blog, selecionei três dos artistas que mais me agradaram. houveram outros, que irei fotografar em uma próxima visita. =)

o primeiro – e o que mais me agradou – é August Sander (1876 – 1964), com a obra “People of the 20th Century”, onde ele registrou, em mais de seiscentas fotografias, retratos da sociedade alemã do período entre guerras.

“​Ao fotografar indivíduos de diversas esferas sociais – desde a vida camponesa oitocentista até a sociedade capitalista –, August Sander criou um catálogo tipológico do povo alemão com mais de seiscentas imagens, que constituem sua mais importante obra: People of the 20th Century[Pessoas do século 20]. Transcendendo a noção de registro e revelando um país em mutação, o trabalho do artista evidenciou estruturas hierárquicas e criou um retrato enciclopédico e sistemático da sociedade de sua época.

 

o segundo artista é Bas Jan Ader (1942 – 1975), com sua obra “Thoughts Unsaid, Then Forgotten” (1973).

“​​Em tom ora dramático ora cômico e desprovidas de contexto narrativo, as performances de Bas Jan Ader evidenciam a noção de vulnerabilidade. Simples, misteriosas e implacáveis, as experiências às quais o artista se entrega parecem indagar o sentido da vida e da existência humanas. As circunstâncias de sua morte – desaparecido no Oceano Atlântico ao tentar atravessá-lo com um veleiro para realizar In Search of the Miraculous [Em busca do milagroso] – contribuíram para a mística em torno dele, como um artista que levou às últimas consequências as indagações sobre o significado e a perenidade da vida.”

o terceiro é último escolhido é a artista Nydia Negromonte (1965 – ), cuja obra eu já tinha visto e experimentado em Belo Horizonte, no Museu de Arte da Pampulha, em junho.

​Construindo sua poética a partir de diversos meios – desenho, escultura, instalação, fotografia, vídeo e intervenções in situ –, Nydia Negromonte propõe questionamentos sobre a força do objeto e os limites da linguagem artística. Utilizando amplo repertório plástico, a artista desmonta expectativas imediatas de entendimento de um projeto artístico e faz dos espaços intersticiais do ambiente de instauração de sua obra uma plataforma para indagações existenciais sobre a instabilidade da substância que constitui os corpos físicos e sobre a relação do humano com os espaços em que circunstancialmente habita.

 

24/10/2012

cimetière du père lachaise ♥

“O cemitério recebeu a sua denominação em homenagem a François d’Aix de La Chaise (1624-1709), dito le Père La Chaise (o padre La Chaise), confessor do rei Luís XIV da França”.

Em 21 de maio de 1804, o cemitério foi oficialmente aberto para uma primeira inumação; a de uma pequena menina de cinco anos. Todavia, os parisienses não aceitavam de bom grado a necrópole, localizada distante do centro, numa zona de difícil acesso. Esta situação só mudaria quando para lá foram transferidas [por decisão de Napoleão Bonaparte] ossadas de importantes personalidades, apaziguando as críticas da elite parisiense.” (fonte [alterada])

para o blog, selecionei os quinze túmulos que mais fiz questão de conhecer. =)

Georges Méliès (1861-1938), ilusionista e precursor do cinema de animação.

Honoré de Balzac (1799-1850), escritor francês.

Eugène Delacroix, (1798-1863) pintor francês.

Guillaume Apollinaire (1880-1918), escritor e crítico de arte francês.

Marcel Proust, (1871-1922) escritor francês.

Oscar Wilde (1854-1900), escritor e dramaturgo irlandês.

Édith Piaf, (1915-1963) cantora francesa.

Amedeo Modigliani, (1884-1920) pintor e escultor italiano.

Sarah Bernhardt (1844-1923), atriz francesa.

Jean-Auguste Dominique Ingres (1780-1867), pintor e desenhista francês.

Jean de La Fontaine (1621-1695), poeta francês – Fábulas de La Fontaine ♥
Molière (1622-1673), dramaturgo francês.

Jim Morrison, (1943-1971) cantor do The Doors.

Frédéric Chopin, (1810-1849) compositor polaco. Uma curiosidade:

“Antes do funeral de Chopin, de acordo com seu desejo ao morrer, seu coração foi retirado devido a seu medo de ser enterrado vivo. Ele foi posto por sua irmã em uma urna de cristal selada, com Cognac, destinada a Varsóvia. O coração permanece até hoje lacrado dentro de um pilar da Igreja da Santa Cruz (Kościół Świętego Krzyża) em Krakowskie Przedmieście, debaixo de uma inscrição do Evangelho de Mateus, 6:21: “onde seu tesouro está, estará também seu coração”” (fonte).

Gioacchino Rossini (1792-1868), compositor de ópera italiano.

mesmo parecendo um passeio um tanto macabro, vale muito a pena a visita. o cemitério é bastante bonito e bem cuidado, sem contar que a emoção ao encontrar esses ícones – que influenciaram não só a minha vida como a de muita gente – é inesquecível.

23/10/2012

mark dorf ♥ axiom & simulation

AXIOM & SIMULATION examines the ways in which humans quantify and explore our surroundings by comparing artistic, scientific, and digital realism. As a developed global culture, we are constantly transforming physical space and objects into abstract non-physical thought to gain a greater understanding of composition and the inner workings of our surroundings. These transformations often take the form of mathematical or scientific interpretation. As a result of these changes, we can misinterpret or even lose all reference to the source: when the calculated representation is compared to its real counterpart, an arbitrary and disconnected relationship is created in which there is very little or no physical or visual connection resulting in questions of definition. Take for example a three-dimensional rendering of a mountainside. While observing the rendering, it holds a similar form to what we see in nature but has no physical connection to reality– it is merely a file on a computer that has no mass and only holds likeness to a memory. When translating the rendering into binary code, we see just 1’s and 0’s – a file creating the representation from a language composed of only two elements that have no grounding in the natural world. After all of these transformations, a new reality is created – one without an original referent, a copy with no absolute source. When observing these simulations and interpretations of our landscape within a single context or picture plane, ideas of accuracy, futility, and original experience arise.

22/10/2012

thomas allen ♥ paper art

19/10/2012

eurodisney ♥ paris

disneyland ♥

walt disney studios ♥

 

18/10/2012

stained glass project ♥ disney

Inspired by the Stations of Awakening in Kingdom Hearts. by Akili-Amethyst.

17/10/2012

thomas von kummant ♥